Um Mercedes Benz 240D 3.0, de 1977 e cor de "cocó brilhante", é desembarcado de um porta-contentores no Porto da Praia...
O seu novo e orgulhoso dono está ancioso por experimentá-lo nas estradas, caminhos e canadas da Terceira! Telefonema para aqui, telefonema para ali e o roteiro de testes ao bólide a definir-se rapidamente sob a forma de uma espécie de rali das tascas. Acto contínuo e passou-se de imediato à execução: Meia-bola no Girassol, no Cabo da Praia, uns torresmos (a escorrer de gordura) para forrar o estômago - porque a noite vai ser longa!...-, mais uma bola para cortar a gordura já ingerida e siga o 1º troço: Via rápida (ou recta), warp speed (180km/h), trepidação qb, mas passa o teste. Operação STOP(!!!): "Está tudo bem, pode seguir!". Entrada em Angra por Santa Luzia para testar os travões no fim da descida - Passou o teste e não nos esmerdámos na casa que fica no fim da descida e que marca uma curva a 90º à esquerda. Teste de amortecedores nos paralelepípedos do Alto das Covas, seguido de paragem obrigatória no Moka para beber umas frescas e limpar o pó da garganta. 2º troço: Teste de aceleração na Rua dos Canos Verdes e nova paragem para petiscar umas moelas, com muito molho, na Cervejaria. Muitas frescas para não deixar secar as borrachas das bombas e siga!... A partir daqui tornou-se imperioso introduzir mais intervenientes na história, até porque para efectuar um teste completo assim teria de ser. Foi então, e por ordem que a minha memória já não me permite descrever de forma precisa, que vários pilotos de teste se juntaram à Odisseia: o Tó Pê, o Dudu, o Ginga - sob o olhar esbugalhado dos demais e sob os constantes avisos: "O Ginga também?!?!?!?.... Tens a certeza?", de imediato retorquido: "Sim, O Ginga, claro que sim!!!" -, o Zocas e o Fred (que ficou com o carro no final da noite (ou manhã) por ser o único que ainda discernia!). Foram vários troços dos quais só retive escassos momentos de puro divertimento - Frases e "flashes" perdidos ecoam na minha memória-, e que culminaram num jantar de veteranos na Casa de Pasto do Posto Santo. Aqui a coisa piorou e muito!!! Só me lembro, depois do jantar e encostados ao balcão do mesmo estabelecimento, ver o Dudu impingir-me e aos demais um sumo para limpar a tripa. Da forma como ele o virou, para mim, não restavam dúvidas que era mesmo sumo, pelo que pedi dois e os virei de imediato e sem respirar entre ambos! Técnica essencial para não fraquejar num momento de tamanha fragilidade!... Eram fogo líquido!!!!
Pausa!... Finalmente uma pausa para respirar fundo............. Tudo firme? Siga para a Festa dos Cortes!!!
Entrada apoteótica que ficou para os anais da história do DCA, com o "cocó brilhante" (assim ficou conhecido o bom velho mobile) em puro e perfeito slide, de mais de 50 metros (!) até ao único lugar de estacionamento disponível, entre dois carros: Uma parábola perfeita em derrapagem que formou uma nuvem de poeira que rapidamente abraçou o recinto!
Este é o único registo dessa noite magnífica. O momento em que um dos pilotos de teste explica a umas jovens caloiras que as manchas coloridas dos seus rostos e cabelos não eram provenientes da poeirada levantada pelo "cocó brilhante", pois a bagacina existente no recinto não era da mesma tonalidade e, como também não existia enxofre no local, as tonalidades de amarelo só poderiam ter surgido de outra forma. Vá-se lá saber como, mas elas acreditaram na explicação!...
O seu novo e orgulhoso dono está ancioso por experimentá-lo nas estradas, caminhos e canadas da Terceira! Telefonema para aqui, telefonema para ali e o roteiro de testes ao bólide a definir-se rapidamente sob a forma de uma espécie de rali das tascas. Acto contínuo e passou-se de imediato à execução: Meia-bola no Girassol, no Cabo da Praia, uns torresmos (a escorrer de gordura) para forrar o estômago - porque a noite vai ser longa!...-, mais uma bola para cortar a gordura já ingerida e siga o 1º troço: Via rápida (ou recta), warp speed (180km/h), trepidação qb, mas passa o teste. Operação STOP(!!!): "Está tudo bem, pode seguir!". Entrada em Angra por Santa Luzia para testar os travões no fim da descida - Passou o teste e não nos esmerdámos na casa que fica no fim da descida e que marca uma curva a 90º à esquerda. Teste de amortecedores nos paralelepípedos do Alto das Covas, seguido de paragem obrigatória no Moka para beber umas frescas e limpar o pó da garganta. 2º troço: Teste de aceleração na Rua dos Canos Verdes e nova paragem para petiscar umas moelas, com muito molho, na Cervejaria. Muitas frescas para não deixar secar as borrachas das bombas e siga!... A partir daqui tornou-se imperioso introduzir mais intervenientes na história, até porque para efectuar um teste completo assim teria de ser. Foi então, e por ordem que a minha memória já não me permite descrever de forma precisa, que vários pilotos de teste se juntaram à Odisseia: o Tó Pê, o Dudu, o Ginga - sob o olhar esbugalhado dos demais e sob os constantes avisos: "O Ginga também?!?!?!?.... Tens a certeza?", de imediato retorquido: "Sim, O Ginga, claro que sim!!!" -, o Zocas e o Fred (que ficou com o carro no final da noite (ou manhã) por ser o único que ainda discernia!). Foram vários troços dos quais só retive escassos momentos de puro divertimento - Frases e "flashes" perdidos ecoam na minha memória-, e que culminaram num jantar de veteranos na Casa de Pasto do Posto Santo. Aqui a coisa piorou e muito!!! Só me lembro, depois do jantar e encostados ao balcão do mesmo estabelecimento, ver o Dudu impingir-me e aos demais um sumo para limpar a tripa. Da forma como ele o virou, para mim, não restavam dúvidas que era mesmo sumo, pelo que pedi dois e os virei de imediato e sem respirar entre ambos! Técnica essencial para não fraquejar num momento de tamanha fragilidade!... Eram fogo líquido!!!!
Pausa!... Finalmente uma pausa para respirar fundo............. Tudo firme? Siga para a Festa dos Cortes!!!
Entrada apoteótica que ficou para os anais da história do DCA, com o "cocó brilhante" (assim ficou conhecido o bom velho mobile) em puro e perfeito slide, de mais de 50 metros (!) até ao único lugar de estacionamento disponível, entre dois carros: Uma parábola perfeita em derrapagem que formou uma nuvem de poeira que rapidamente abraçou o recinto!
Este é o único registo dessa noite magnífica. O momento em que um dos pilotos de teste explica a umas jovens caloiras que as manchas coloridas dos seus rostos e cabelos não eram provenientes da poeirada levantada pelo "cocó brilhante", pois a bagacina existente no recinto não era da mesma tonalidade e, como também não existia enxofre no local, as tonalidades de amarelo só poderiam ter surgido de outra forma. Vá-se lá saber como, mas elas acreditaram na explicação!...






